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domingo, 12 de fevereiro de 2012

As Festas da Carne


Por Cecília N. de Oliveira



Pesquisando sobre a origem do Carnaval, encontrei a seguinte explicação:  “o carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja (...).” (Gabriela Cabral, equipe do Brasil Escola)
O Brasil é conhecido como o País do Futebol e do Carnaval. Na verdade, se formos analisar bem, aqui tem carnaval o ano inteiro. Até as cidades mais pobres promovem festas quase que mensalmente. Para as pessoas, é comum beber, dançar e cometer todo tipo de imoralidade carnal. Algumas, as mais “certinhas” se abstêm dessas práticas durante uma quarta-feira do ano ou durante uma semana, que de tão excepcional para elas, é chamada de “santa”.
            O carnaval é a festa da carne e como o próprio nome e a própria origem dizem, ele existe para que as pessoas liberem suas naturezas carnais, extravasem suas emoções e desejos e vivam intensamente as paixões que durante o ano inteiro foram reprimidas. As pessoas se sentem muito à vontade para, no carnaval, fazerem aquilo que desejaram fazer nos demais dias e por algum motivo não ousaram. Algumas até usam drogas pela primeira vez, outras escolhem essas datas para perderem a virgindade ou tirarem a de alguém. Alguns casados traem seus cônjuges para sentirem na pele a emoção de fazer algo mais libertino! Isso é a festa da carne. As pessoas saem nuas ou seminuas pelas ruas, sem pudor algum. Muitas usam ou usavam máscaras para se sentirem mais à vontade para praticar atos obscenos. Tudo isso em nome de uma pseudo-alegria que toma conta de todos; uma energia cósmica que cega os incautos.



Mas, o que Deus fala sobre isso? Será que desaprovar o carnaval é coisa de igreja, é coisa de gente radical, é coisa de gente triste que não consegue ver a alegria dos outros, é coisa de gente mal-amada? A Bíblia traz-nos um exemplo de uma festa semelhante aos moldes do carnaval. Isso aconteceu no deserto, com o povo de Israel, quando Moisés passou quarenta (40) dias e quarenta (40) noites no monte, recebendo de Deus os dez (10) mandamentos. O povo achou que Moisés havia morrido e por isso fez um ídolo para adorarem, um bezerro de ouro. Depois de o adorarem, eles se levantaram para beber, dançar e folgar, ou seja, cometer atos pecaminosos e libertinos entre si. O resultado dessa atitude foi morte. O Senhor mandou Moisés descer e matar a todos os que participaram daquela festa profana, desde os mais velhos até os mais novos. Nenhum ficou em pé dos pecaram contra Deus.
Se nós cremos de fato em Deus e a maioria das pessoas que promovem o carnaval diz que crê, e até usa seu nome em frases do tipo: “Se Deus quiser, nossa escola será vencedora esse ano”, “Deus dá tudo na hora certa e esse é o meu momento de brilhar na passarela”, e tantas outras que ouvimos nas rádios e assistimos pela TV. Então, se nós, de fato, cremos em Deus, precisamos dar ouvidos ao que Ele nos diz e é claro que isso só pode estar escrito na Sua Palavra, a Bíblia e não em cartas de tarô, horóscopo ou nas linhas das nossas mãos.


I Pedro 1:15 diz “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em todo o vosso procedimento”. Ser santo é ser separado das práticas pecaminosas do mundo (todas descritas acima) e dedicar todo o seu viver a Cristo, que foi quem lhe salvou. Nosso padrão de comportamento é Deus que é Santíssimo eternamente. Quando somos filhos de Deus, recebemos dEle Seu Espírito Santo, o qual habita em nós e nos convence do pecado. Ele alerta-nos quando agimos de maneira que desagrada ao Criador e nos capacita a fugirmos das tentações da nossa própria carne.
Enquanto cristãos genuínos, nós devemos buscar auxílio no Senhor para vivermos em santidade, separados do mundo, alimentados pela Palavra de Deus e servindo-O fielmente. Esse é o único padrão de vida aceitável para o crente. Todavia, se não nos separarmos do mundo, ele nos sugará cada vez mais, tentando manchar a imagem de Deus em nós restaurada e nos tornar parecidos com ele, infamando o Evangelho. Nenhum de nós está livre disso, por isso devemos vigiar e orar continuamente, a fim de não sermos surpreendidos em erro.
Mas, se você está pensando: “Eu não me preocupo, pois não participo do carnaval, sou muito caseiro, só vou de casa para a igreja e até participo de retiros durante as festividades profanas”, pare e pense um pouco. A festa da carne não necessariamente acontece fora da Igreja ou fora de você. Lamentavelmente, muitos crentes estão festejando a carne não somente durante quarto (4) dias ao ano, mas continuamente, em seus maus procedimentos.

Quando o cristão celebra o carnaval?



Nós celebramos a festa da carne quando mentimos e enganamos ao nosso próximo. Essa é uma tendência natural do ser humano. Todavia, nós que somos de Cristo não devemos nos amoldar às paixões carnais e por mais que soframos o dano devemos falar sempre a verdade. Veja o conselho de Deus: Efésios 4:25: “Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.”



Celebramos o carnaval também quando falamos mal uns dos outros.  Esse é o pecado da maledicência e a Bíblia está cheia de advertências contra esse pecado, pois ele traz consequências muito danosas tanto para a vítima quanto para quem o pratica. Alguém já disse que a fofoca é como um saco de pena jogado do alto de uma montanha: por mais que você se esforce não conseguirá juntar todas novamente. Muitas vezes damos ouvidos a conversas de terceiros e já comunicamos a outrem, e com acréscimos, sem nos preocuparmos se é verídico, sem irmos até o irmão para auxiliá-lo naquela possível fraqueza e pensamos que iremos ficar impunes por isso. Há muita gente rotulada injustamente nas igrejas, porque os crentes decidiram se tornar juízes de aparência; consideram-se donos da verdade e nem se dão ao trabalho de conferir se o que estão divulgando por aí procede ou não. Deus cobrará de todos os que procedem assim. Cabe a nós vigiarmos para não recorremos a esse erro. Veja a ordem de Deus: Tiago 4:11: "Irmãos, não faleis mal uns dos outros. aquele que fala mal do irmão, ou julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; ora se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz".



Celebramos o carnaval quando invejamos os outros. A inveja também é uma obra da carne e se a cultivarmos estaremos fazendo dela um carnaval cotidiano em nossas vidas. Não devemos ter inveja de ninguém, pois o Senhor concede a cada um de nós a Sua graça e Ele dá conforme necessitamos, nem mais nem menos. Devemos sim, nos inspirarmos uns nos outros, procurando seguir os bons exemplos que cada um tem a oferecer. Mas, em primeira instância, não devemos ter inveja dos atributos de ninguém, porque Deus não se agrada dessa atitude. Precisamos buscar em Deus crescimento espiritual, excelência nas outras áreas de nossas vidas, pois é para Ele que estamos vivendo, trabalhando, estudando, cuidando, servindo. Então, o bem que acontece aos outros deve ser para nós motivo de alegria, de nos unirmos mais e mais e não de nos separarmos. Veja o que Deus diz sobre isso: Tiago 3:15: “Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica”


Celebramos o carnaval quando nos vestimos como o mundo, com sensualidade e imodéstia. A palavra modéstia no grego é “aidos” que quer dizer “respeito”. É usada como sinônimo de pureza moral de comportamento. Então, nós não nos vestimos bem apenas quando vestimos roupas compridas, sem decotes ou transparências. Mas quando, além disso, nosso comportamento é respeitoso e puro, sem más intenções.  Quando não agimos corretamente nessa área, estamos festejando a festa da carne, da nossa carne por sentirmos prazer em nos parecermos com o mundo e da carne dos homens que se sentirão tentados por quem se veste e se comporta dessa maneira. Veja a ordenança de Deus: I Timóteo 2:9: “Da mesma sorte que as mulheres em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso (...).
Até aqui percebemos que há muitas maneiras diversas de o crente celebrar o carnaval, mesmo sem estar participando de um bloco carnavalesco nem bebendo ou dançando. Devemos, todavia, lembrar que o Senhor cobrará tanto daqueles que estão lá no mundo quanto dos que, dentro da Igreja, estão se comportando da mesma forma ou pior, sob o pretexto de que estão indo aos cultos, então, “dos males o pior”. Muito cuidado, amados! Deus é um Justo Juiz e Ele não deixará de ser Bom, nem amoroso se exercer a Sua justiça e cobrar dos salvos e não salvos por praticarem a iniqüidade.



Deixo dois versículos para a nossa meditação final e por aqui me despeço agradecendo a oportunidade de compartilhar da Palavra:
“(...) Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”
(Gálatas 2: 19 b-20)


 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Apontamentos para um casamento feliz





Por Cecília N. de Oliveira

Nesses apontamentos gostaria de destacar algumas informações básicas que podem auxiliar os casais que querem viver para honra e glória do Senhor Jesus. Tenho aprendido muito com essas reflexões, as quais tenho encontrado na fonte da Palavra de Deus, nosso manual de instruções, bem como tenho aprendido em livros cristãos, direcionados ao casamento. Espero com eles resumir o que tenho lido e aprendido e edificar a vida daqueles que querem fazer o certo e com isso honrar a Deus com seus casamentos. Vamos aos tópicos!
PS>> Dirigido às mulheres. Preparado para um chá de panela.

Entenda e respeite as diferenças




Em Gênesis 2: 18, o Senhor decide criar a mulher, pois viu que não era bom que o homem estivesse só. Isso não significava que Deus achou que Adão precisava de alguém para dividir o trabalho com ele, alguém que lhe fosse apenas bom amigo ou algo assim. Caso fosse apenas isso, Deus poderia sugerir que Adão treinasse algum animal forte do jardim para auxiliá-lo ou até mesmo poderia criar outro homem, tão forte quanto ele, o que seria mais vantajoso se a questão fosse apenas divisão de trabalho. Mas não, Deus contemplou a solidão de Adão, ele viu que sua criação precisava de alguém que lhe complementasse e ai surgiu Eva.
Segundo Karl Barth (cristão teólogo), o termo “auxiliadora idônea” vem do hebraico (ézer kenegdo) e significa “oposto a ele”, “correspondente a ele”. E esse tremo auxiliador (a) foi usado 21 vezes no Antigo Testamento e sempre no sentido de um grande auxílio em momentos de necessidade. Assim, Deus estabeleceu as diferenças de gêneros não para pôr a mulher como inferior ao homem, mas diferente; chamada por Deus para uma missão especial, de prestar auxílio e ser sua companheira, aquela que o completaria.         Já a palavra varoa, que também designava Eva, em hebraico é ishishah, e pode ser derivada de outra cujo significado é “ser macio e frágil”.
Vemos que o Senhor criou homem e mulher completamente diferentes, com necessidades diferentes. Assim, quando o homem se une a uma mulher no casamento (que foi estabelecido por Deus e é uma bênção), é importante que ambos entendam bem essas diferenças de gêneros, a fim de evitarem conflitos bobos que, em longo prazo, desgastam a relação.
Os homens são considerados mais racionais porque Deus os criou assim. Deus os dotou dessa capacidade a fim de que eles pudessem exercer a liderança na família. As mulheres são frágeis e tendem a ser mais emotivas porque Deus assim o quis, a fim de que o relacionamento pudesse ser equilibrado e um auxiliasse o outro nas suas limitações. Quando o homem tende a resolver tudo à ponta de faca, a mulher intervém com sua sensibilidade; quando a mulher tenta resolver tudo no calor da emoção, o homem intervém com sua racionalidade. Sabendo ouvir um ao outro, muitos problemas que existiriam são evitados.
O homem tem inumeramente mais testosterona que a mulher. Esse é um hormônio que, dentre outras funções, aumenta o nível de irritabilidade e força no ser humano. Por isso vemos claramente que os homens naturalmente em sua maioria possuem mais força que a mulher e tendem a ser mais irascíveis. A mulher por outro lado possui infinitamente mais estrogênio que o homem. Esse hormônio lhe dá uma capacidade incrível de verbalizar suas opiniões, de analisar e identificar as feições do outro; ou seja, a mulher consegue fazer o famoso espelhamento e entender o que você quis dizer ou sentiu só em olhar para você, já o homem sente mais dificuldade nisso, pois não possui estrogênio. Homens e mulheres são diferentes!
Quando a mulher casa e quer tratar o marido como trata a sua melhor amiga, ela vai ter conflitos, porque ele é um homem e homens pensam, agem e sentem de maneira diferente. Ao entender essas diferenças, a mulher poderá evitar muitos conflitos e de fato auxiliar seu marido.

Pondere a maneira correta de se expressar




            Muitas vezes, quando identificamos que o nosso amado não está agindo conforme seu dever, esqueceu de fazer algo importante ou está sendo grosseiro, sentimo-nos no dever de cobrar dele uma mudança. Todavia, o normal é que se vá com muita sede ao pote e exija tal mudança com muita ênfase. Quando fazemos isso, somos interpretadas como desrespeitosas; o que não é bom. Assim, podemos até estarmos corretas, mas erradas na nossa maneira de falar.
O Senhor já nos advertiu sobre isso em Eclesiastes 3:7 que diz que há: “... tempo de estar calado e tempo de falar”, e mais em Provérbios 25:11: “Como maçãs de ouro em salvas de prata assim é a palavra dita a seu tempo”. É preciso ponderar sempre bem a forma de falar e a maneira de falar. Às vezes dizemos tudo o que queremos dizer, sem considerar se o outro está pronto para ouvir ou se está em seu melhor momento, ou se está entendendo aonde queremos chegar. Nesses momentos, tudo o que conseguimos é nos frustrarmos e saímos sem resolver o problema. A dica é: Pondere bem a forma de falar e ore a Deus pedindo o melhor momento, a fim de que as coisas sejam resolvidas e seja bom para todos.

Aja e não reaja




            Em Provérbios 10:19, o Senhor nos ensina que “No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os seus lábios é prudente”. No que isso tem a ver com o casamento? Tudo! Quando a mulher se sente magoada, sua tendência é reagir dizendo coisas em que não acredita a fim de mostrar sua indignação. Ou seja, ela reage. Mas, essa reação dela não é bem vista pelo marido que geralmente reage de maneira mais agressiva e nesses casos os dois saem feridos. Nesse versículo, Deus nos ensina que não é bom ficar insistindo em falar o que vem na cabeça, pois é prudente calar e moderar os lábios.
            Esse princípio não se aplica apenas para a fala; devemos nos esforçar para moderar nossas expressões faciais quando não gostarmos de algo. A solução está sempre na conversa e na oração. Em vez de responder no mesmo tom ou fazer uma “careta” para o seu cônjuge, às vezes até na frente de outras pessoas, o que só agrava a situação, procure o melhor momento e converse com ele; explique-lhe que, não ele, mas aquela atitude a deixou magoada e que, por favor, ele procure não repeti-la. Agindo assim, em vez de reagir, você não somente ganhará a admiração do seu marido, mas evitará ser magoada muitas vezes.

Considere a importância do respeito




Em Efésios 5:33, nós vemos um segredo oculto: “Não obstante, vós, cada um de per si, também ame a sua própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite o marido”. O segredo é que existe uma perfeita conexão entre amor e respeito: os homens são ordenados a amar e as mulheres são ordenadas a respeitar.
Estou certa de que nós já ouvimos inúmeras pregações sobre casamento na qual os pregadores enfatizam que o marido deve amar a sua esposa e que deve se sacrificar por ela e que deve até morrer por ela, se for necessário. Porém, não existem muitas pregações que enfatizam a tremenda importância de a esposa respeitar o marido. Esse é, sem dúvida, um segredo para um casamento feliz.
É natural para a esposa amar o marido, porque ela foi criada por Deus com essa capacidade, isso lhe é inerente, é natural que ela o ame e que espere que ele a ame da mesma forma. Já para o marido isso não é natural, devido às diferenças de gênero. Para ele o natural é respeitar e impor respeito. Por isso que Deus deu ordens diferentes ao casal, porque suas necessidades são diferentes.
Isso é conhecido como a “Conexão entre Amor e Respeito”. Quando o marido se esforça para amar a esposa e tratá-la com carinho, ela naturalmente reage tratando-o com respeito e isso o motiva a tratá-la cada vez mais amorosamente sendo até capaz de morrer por ela. Por outro lado, quando o marido trata a esposa de maneira grosseira e desamorosa, ela reage com atitudes que para ele são desrespeitosas, o que o motiva a ser mais duro e por aí vai. Isso é conhecido como o “Ciclo Insano”, a insensatez que nunca acaba, salvo quando um dos dois toma a iniciativa de fazer o certo.
Nós, enquanto esposas, devemos ter em mente que o respeito é muito importante para nosso marido e que mesmo que não tenhamos a intenção de sermos desrespeitosas, ele vai interpretar dessa forma e se não esclarecermos e tomarmos a atitude ideal, as brigas vão continuar.
Para quem está na dúvida como eu já estive, respeito significa “um sentimento positivo de estima por uma pessoa e também ações especificas e condutas representativas daquela estima”. Se você quiser mostrar respeito por seu marido, então, mostre sua estima por ele, ponha em evidência suas qualidades e evite ficar batendo nas mesmas teclas negativas, pois elas não vão abençoar seu casamento. Claro que não se trata de esquecer os problemas nem ignorá-los. Trata-se de buscar o momento certo de considerá-los e buscar igualmente a maneira de se expressar, não fazendo das reclamações um ato cotidiano.
Em I Pedro 3:1-2 vemos ainda mais a importância do respeito: Ele opera milagres! “Mulheres, sede vós, igualmente, submissas aos vossos próprios maridos, para que, se alguns deles ainda não obedecem à palavra, sejam ganhos, sem palavra alguma, por meio do procedimento de suas esposas, ao observarem o vosso honesto comportamento cheio de temor”. Esse comportamento aqui descrito denota respeito, que é a linguagem masculina!

Edifique seu lar
            Provérbios 14:1 diz que “a mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola com as próprias mãos a derruba”. Ser sábia é entender as diferenças e respeitar o marido. É tratá-lo com honra e respeito, sempre o motivando. Sendo respeitosa, ele se sentirá constrangido a sempre melhorar e a amá-la ainda mais, sendo capaz de até morrer por ela.
Não há um versículo na Bíblia que diz que o homem deve edificar o seu lar. Isso nos leva a refletir: Que poder a mulher tem de exercer influência sobre seu marido! A mulher virtuosa deve usar isso sempre para abençoar e nunca para destruir.

Desrespeito não resolve o problema


PS>> Nada contra os corinthianos!


            Críticas, piadas, respostas malcriadas, arrogância e cobranças insistentes não resolvem o problema. Quando a esposa age assim, o marido só ouve e só enxerga desrespeito. Ele não presta atenção nas sugestões que ela está dando, apenas na sua expressividade e fica mais irritado. Dessa forma, ele reage com atitudes que para ela são grosseiras e por ela se sentir injustiçada por tentar ajudar e ser tratada daquela maneira, ela reage com mais reclamações, o que ele entende como mais desrespeito e por aí vai...
            Para evitar esses problemas que desgastam o casamento, é preciso ser sábia, tomar atitudes que edifiquem o lar e não destruí-lo com as próprias mãos. O respeito é tão importante para os homens que o rei Salomão encheu o livro de Provérbios com advertências sobre a mulher rixosa, ou seja, aquela que vive buzinando ao ouvido do seu marido.
No livro de Ester 1:17, vemos essa preocupação claramente no caso do rei Assuero com a rainha Vasti. Ela tomou uma atitude desrespeitosa e ele simplesmente se separou dela e procurou outra para casar-se. O medo era que todas as outras mulheres do reino seguissem o exemplo da rainha e fossem desrespeitosas com seus maridos. Os homens temem muito perder a autoridade. Então, a mulher virtuosa deve satisfazer essa necessidade de seu marido e tratá-lo com toda a honra. Ninguém que fez isso de todo o coração como ao Senhor já se arrependeu.

Para refletir



·         Procure sempre perguntar a si mesma: “O que estou prestes a dizer ou a fazer parecerá desrespeitoso para meu marido?
·         Procure não reagir, deixar a poeira baixar e sempre conversar com maturidade: mimo ou pirraça nunca resolveu conflito algum.
·         Quando seu marido for duro com você, procure saber se ele se sentiu desrespeitado com alguma atitude sua e assim, resolvam os mal entendidos.
·         Respeitar o marido é respeitar acima de tudo a Cristo. Se não formos submissas aos nossos maridos, estaremos sendo insubmissas a Deus.
·         Tudo o que fizermos deve visar à glória de Deus e não nossa.

Conclusão

Procure incentivar seu marido, reconhecendo seus pontos positivos, valorizando seus esforços e honrando-o. Não somente obedeça-o, mas esteja de coração aberto para ele. Deus honra a esposa respeitosa e submissa.

Graça e paz.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Programação de retrospectiva

Por Cecília N. de Oliveira

Olares!

Esse espaço é destinado a compartilhar dicas para programções de final de ano - Retrospectiva.

Essa programação que postarei foi realizada na Sociedade Feminina da Igreja Batista Regular Paraíso , em Santa Cruz/ RN- onde congregamos. Esperamos que auxilie em outras programações em vossas igrejas. Enjoy this!

  • Pode-se preparar vídeos (baixados da internet) com mensagens de final de ano, apontando para novas e edificantes perspectivas para o ano que está prestes a se iniciar.
  • Pode-se montar um folder e cantar os hinos, corinhos e canções que mais foram cantados nos cultos durante o ano.
  • Pode-se fazer um vídeo com as fotos dos melhores momentos, destacando as diversas programações que foram feitas, não esquecendo de caprichar nos comentários.
  • Pode-se fazer as famosas dinâmicas de retrospectivas que citarei para aqueles que não as consideram famosas:

Dinâmica do Fósforo:

Em círculo, cada participante, a seu turno, acende um fósforo e enquanto a chama não se apaga, menciona as bênçãos recebidas de Deus durante o ano decorrente. Pode também lembrar das dificuldades e dos aprendizados obtidos; fica ao critério do falante.

Dinâmica do Bingo de Ano Novo:

O organizador prepara cartelas em branco, contendo 9 espaços para serem preenchidos por cada participante com palavras. Essas palavras são os desejos que cada um almeija realizar no ano seguinte.

O organizador prepara em média 20 (vinte) palavras, leva-as destacadas e dita-as a fim e que cada pessoa decida quais serão as 9 (nove) por ela selecionadas..

Em seguida, inicia-se o bingo. O organizador irá tirar palavra por palavra e cada pessoa marca a palavra que foi tirada e que estiver escrita na sua cartela.

Vence aquele que completar a cartela primeiro. Obs.: Não deixe de levar vários brindes porque geralmente as pessoas completam todas de uma vez por quererem sempre as mesmas coisas.

Opções de palavras: Paz, alegria, fidelidade, companheirismo, sinceridade, fé, firmeza, perseverança, união, comunhão, amor, sabedoria, paciência, longanimidade, saúde, prosperidade, boa consciência, maturidade.

Dinâmica do amigo secreto:

No lugar de sortear nomes e fazer a troca de presentes, o que tem um custo financeiro, o próprio organizador pode preparar pequenos mimos artesanais em sua casa e levar para que os participantes troquem entre si, fazendo o sorteio no momento da dinâmica.

Porém, se o organizador não souber fazer os mimos artesanais, pode substituí-los por cartões, deixando o espaço para que cada um escreva sua própria mensagem para o amigo secreto. Outra opção é escrever em seu cartão um pedido de oração a fim de que seu amigo se comprometa em orar por você naquela área específica.

Dinâmica - Pra quem você tira o chapéu?

Pode-se adaptar essa dinâmica da seguinte maneira:

Faz-se um mural com vários chapéus e dentro de cada um, no lugar de escrever o nome de uma pessoa/ personagem bíblico para que as irmãs decidem se tiram ou não o chapéu para aquela personagem e por quê; pode-se escrever situações, acontecimentos e realizações que ocorreram durante o ano vigente e prossegue a brincadeira como de costume. Esses acontecimentos podem abranger todas as áreas das nossas vidas, Pode ser a aprovção ou desaprovação de uma lei que interfira direta ou indiretamente na nossa fé; pode ser uma bênção recebida pelos irmãos; pode ser um desastre ambiental, enfim... É retrospectiva.


Pode-se também fazer um resumos das principais dinâmicas e/ou programações realizadas durante o ano.

Espero ter contribuído!

Grande abraço e feliz ano novo para todos!!!

domingo, 20 de novembro de 2011

Aprendendo com o ministério de Paulo


Por Cecília N. de Oliveira

Esse devocional é fruto de reflexões feitas ao longo da leitura anual da Bíblia, que estou fazendo com o meu amado marido. Há alguns dias, passando já pelo final do livro de Atos (Capítulos 21 a 26), decidi ir registrando em um guardanapo de papel os ensinamentos que o ministério do apóstolo Paulo me trouxe a fim de compartilhar com as amadas da sociedade feminina da Igreja onde congrego. Eis aqui o sumo.
A vida do apóstolo dispensa introdução, não é mesmo? A maioria de nós sabe que ele foi um vaso escolhido de Deus para levar o Evangelho aos gentios, tarefa árdua para qualquer cristão, se lembrarmos do contexto de opressão, perseguição e dominação gentia para com Israel na época, bem como da fervorosa oposição dos judeus para com tais pessoas. Paulo era judeu zeloso, mas Deus quis fazer dele um cristão zeloso, que se necessário fosse, entregasse sua própria vida em favor da propagação do Evangelho da paz.
Bem, em Atos 21:5, retiramos a primeira lição desse devocional. A oração era prática comum ao ministério de Paulo. Notamos que ele não ia decidindo os rumos que suas viagens missionárias tomariam por si só. Ele estava continuamente buscando o conselho do Senhor em oração, buscando ter comunhão íntima com o pai a fim de que as pessoas pudessem ver Cristo através dele (o que funcionou e muito!). A comunhão com Deus era primordial para fazer sempre a vontade dEle.
O primeiro segredo para que um ministério específico seja bem sucedido é a intimidade com Deus. Quando falo de ministério estou querendo me referir antes de tudo a nossa vida, pois como cristãos fomos chamados a servir a Cristo e irmos testificando da Palavra onde quer que estejamos, seja em nosso lar, como esposas, maridos, pais, filhos, irmãos, netos... Seja no nosso trabalho, como empregador ou empregado, seja nas instituições de ensino, como alunos ou como professores... Seja nas ruas, como amigos, como vizinhos... Nossa vida é, antes de tudo, nosso ministério. E é bem possível que, sendo executado da forma que agrada a Deus, Ele queira nos estender a outros ministérios, como o de cuidado com seus filhos, o de visitação, o de oração, o de aconselhamento etc.
O maior exemplo de oração nós tiramos do próprio Deus, o Senhor Jesus! Ele, sendo deus, buscava quando em terra, intimidade com o Pai, e sempre se retirava estrategicamente para ter esse momento de oração e comunhão. A tarefa do Senhor era muito árdua e para executá-la ele estava ciente de que precisaria de toda a firmeza que Deus dá quando o buscamos em oração. Jesus, agindo assim, deixou-nos o exemplo a seguir. Bom Mestre!
Mais adiante, em Atos 21:13, Paulo estava retirado na casa de um irmão evangelista e preparava-se para ir a Jerusalém. Contudo, veio até ele um profeta, avisando-lhe que seria preso e entregue nas mãos dos gentios, caso fosse àquela cidade. Qualquer um de nós ficaria no mínimo assustado e pensaria até em desistir. Paulo teria até um pretexto para usar: poderia ter sido um aviso de Deus para que ele não fosse, para preservá-lo. Ele estava agora na companhia de crentes fieis e poderia servir a Deus com mais segurança ao lado deles. Mas, o que o apóstolo fez foi o contrário. Ele não temeu pela própria vidam antes, negou-se a si mesmo, tomou a sua cruz e seguiu os passos de Cristo.
Essa é uma lição mui preciosa. Quantos de nós mundo a fora estão vivendo um pseudo Cristianismo! São tantos aqueles que se dizem cristãos, mas negam-no com suas ações. De fato, o Senhor não nos prometeu uma vida sem problemas, um ministério terreno sem perseguições nem abundância de bens. Ele nos prometeu dor e sofrimento, para por meio deles irmos crescendo, mas também nos prometeu que estaria conosco todos os dias e ao fim estaríamos com Ele no céu, que é real!
Essa mensagem não está sendo muito divulgada nas igrejas. A Bíblia diz claramente em II Timóteo 3:12 que todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos. Como, pois, esperarmos viver o genuíno Cristianismo tendo uma vida sem compromisso, sem devoção, sem defendermos a Palavra de Deus com o nosso procedimento e com as nossas palavras? Se vivermos de qualquer forma jamais seremos perseguidos, pois o diabo não perderá tempo com árvores infrutíferas. Ele se preocupa mesmo é com aquelas que querem dar frutos, e por isso lança pragas de todas as formas para impedir o crescimento. Todavia, aqueles que querem verdadeiramente frutificar podem lançar-se aos pés do Senhor, depender dEle, viver para Ele que o diabo fugirá dos tais.
Ainda em Atos 21, no versículo 36, notamos que Paulo não cedeu à oposição, nem temeu por sua segurança e vida, antes manteve o firme propósito de ser um vaso de bênção e um porta-voz das verdades de Deus. Nós, da mesma forma, não podemos desanimar quando sofremos oposição de malfeitores, de pessoas que não se preocupam com as almas perdidas nem intentam glorificar o nome de Deus. Quando tais coisas nos sucederem, devemos nos manter firmes na fé, crendo que o Senhor está no controle de tudo e Ele está conosco quando estivermos com a verdade. Jan Silvious disse: “O Cristianismo não oferece uma saída para as dificuldades; ele oferece domínio sobre as dificuldades”. Isso é muito interessante, pois às vezes queremos soluções imediatas e esquecemos-nos de aprender com os problemas, que são tão mais ricos e frutíferos que a abundância e bonança. A árvore cresce e frutifica muito mais sendo podada.
O apóstolo Paulo também nos ensina muito sobre evangelismo. Em Atos 21:39 em diante vemos que ele buscava sempre a oportunidade para testificar do Evangelho. Em uma situação como aquela, de risco, ele poderia ter se resguardado, ter procurado se defender das acusações injustas, mas não, ele preferiu evangelizar, porque entendia que isso era mais importante do que sua própria vida. Ele já estava salvo, queria agora trabalhar para que mais pessoas tomassem conhecimento da verdade, se assim Deus permitisse. Assim nós também devemos cavar as oportunidades, reconhecê-las em potencial e usá-las.
Paulo também nos ensinou que o Senhor usa as capacidades que ele nos deu para servirmos na Sua obra. Paulo usava o conhecimento que tinha para a glória de Deus. Talvez outros apóstolos tivessem maior dificuldade em evangelizar nos contextos que Paulo foi introduzido por Deus, devido a barreira intelectual. Paulo foi posto por Deus para pregar a reis, governadores e pessoas proeminentes. Deus o havia preparado para isso e ele usou seu conhecimento para servir. Em Atos 22:2 em diante, vemos que ele conhecia mais de um idioma, possuía mais de uma nacionalidade e conhecia a fundo os costumes tanto dos gentios quanto dos judeus. Isso foi grandemente usado pro Deus para que não somente pessoas naquela época cressem no Evangelho, mas para que também nós, depois de séculos, pudéssemos ser edificados. Vale a pena buscar o conhecimento e com ele servir piedosamente a D4eus. Paulo é exemplo disso.
Outro aspecto do ministério de Paulo que nos ensina grandes coisas é que ele era irrepreensível tanto diante de Deus, quanto diante dos judeus e dos gentios, apesar do que diziam a respeito dele. Esse é um privilégio que todo crente deveria ter! Que maravilha! A Palavra de Deus nos exorta a esse respeito em I Pedro 2:11 e 15, dizendo: “Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo em que falam mal contra vós como de malfeitores, observando-vos em vossas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação. (...) Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos”.
Um grande prova de que o apóstolo Paulo fazia as coisas para o Senhor e somente para a glória dEle foi que, quando abandonado pelos seus antigos amigos, ele não ficou deprimido nem desistiu de prosseguir a servir ao Senhor (Atos 24:5/ Atos 26:5-7). Antes, esqueceu-se das coisas que ficaram para trás e prosseguiu para o alvo, olhando para o Autor e Consumador da sua fé, Jesus. Essa é também uma lição que tiramos para nossa vida com Cristo. Frequentemente nos decepcionamos e decepcionamos pessoas. Isso é comum, dado que somos pecadores. Porém, essas coisas não devem nos paralisar nem nos impedir de continuar servindo uns aos outros pelo Senhor. Vamos aprender com Paulo. Se olharmos para o alvo, que é a glória de Deus, nosso ego se tornará pequeno demais para o notarmos.
Na situação de Paulo, conhecer a lei era primordial para que El soubesse como proceder nas situações de conflito e de risco. Em Atos 25:9-11, notamos que ele era conhecedor das leis que o regiam e isso foi usado em prol do Evangelho, dado que assim sabia desviar das ciladas e também mostrava convicção ao defender-se e defender a sua fé. Como cristãos conscientes, devemos igualmente conhecer as leis que nos regem, a fim de podermos nos utilizarmos desse conhecimento para defender nossa fé. Não é sensato vivermos em um país sem sabermos as coisas que estão planejando instituir, sem participarmos da vida pública e interferirmos nas decisões tão importantes. O Senhor tem nos posto aqui também para abençoar o mundo e se nós nos eximirmos de atuar, o mal não se eximirá. Já disseram que o mundo ainda está do jeito que está graças aos verdadeiros cristãos e eu creio nisso. Nós devemos fazer o que estiver ao nosso alcance para que as coisas caminhem da forma como devem caminhar. Para isso, é necessário defendermos nossas convicções e para isso é necessário buscarmos o conhecimento. Podem crer que isso é serviço ao Senhor também! Lembrem sempre: “O Senhor capacita os escolhidos”. Então, escolhidos, busquem ser capacitados pelo Senhor!
Para concluir, Paulo foi considerado como um louco por causa da Verdade. Vemos isso em Atos 26:24-25. Mas, isso não o intimidou. A oposição, as críticas, as injúrias, as prisões, as mentiras, o abandono, nenhuma dessas coisas impediu Paulo de realizar a obra para a qual Deus o chamou. Que nenhuma das dificuldades que a vida nos traz venha nos impedir de servir ao Senhor piedosamente. E que esse serviço também seja feito em humildade, dando sempre a glória devida ao nome de Deus, como fez o apóstolo em Atos 26:28-29. Se prestarmos bastante atenção nesse texto, veremos que Paulo deixou claro que a conversão daquelas pessoas não dependia da persuasão dele, antes da permissão de Deus, embora ele desejasse muito que todos fossem salvos.
Que busquemos a comunhão com Deus através da oração, da leitura detida da Palavra dEle. Que estejamos dispostos a negarmo-nos a nós mesmos, tomarmos nossa cruz e seguirmos os passos do Mestre Jesus. Que não venhamos a ceder à oposição, mas buscarmos sempre as oportunidades para testificarmos da nossa fé. Que nossas atitudes sejam sempre irrepreensíveis diante de Deus e dos homens e que não fiquemos deprimidos quando formos abandonados pelos outros, pois é natural para os que vivem em santidade. Que busquemos o conhecimento para servirmos a Deus de modo mais capacitado e que, mesmo sendo considerados como loucos que estão perdendo a própria vida, não nos intimidemos e continuemos firmes na fé, servindo com piedade e humildade, dando a devida glória Àquele que nos salvou!

Graça e paz.